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Bahia possui metade dos campos de petróleo onshore do Brasil

Lunedì 20 Ottobre 2008 21:00
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Dos cerca de 140 campos marginais de produção de petróleo em todo o Brasil, 70 estão na Bahia, localizados no Recôncavo, na Bacia de Tucano e em Itaparica. A exploração destes campos está sendo discutida, até esta quarta-feira (22), em Salvador, durante o Brazil Onshore 2008.

Aberto domingo passado (19), no Hotel Pestana, o evento, onde serão realizadas oito sessões técnicas e dois painéis, reúne representantes de pequenas, médias e grandes empresas que atuam no segmento e conta com uma exposição de 50 empreendimentos ligados à exploração do petróleo em terra.

Para o diretor geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Haroldo Lima, “a restauração dos campos marginais não visa diretamente o aumento da produção do país, mas criar um sistema estruturante para a gestão de novas empresas nacionais de vários portes e independentes, como ocorre em países como os EUA, o Canadá e também na Argentina e na Colômbia”.

Segundo Lima, estas empresas possibilitam que haja demanda por bens e serviços locais, gerando emprego, renda e desenvolvimento social. “As bacias terrestres são atualmente responsáveis por 10% da produção de petróleo e 15% da produção de gás nacional, além de estimularem a entrada de novos agentes nas atividades exploratórias”, afirmou.

Lima disse ainda que no Brasil há 72 empresas trabalhando na exploração e produção de petróleo em terra, sendo 36 brasileiras e 36 estrangeiras. “Dentre elas, 24 são pequenas empresas que trabalham na exploração e produção de petróleo. Isto é muito pouco, poderiam ser mais de mil”, afirmou.

O embaixador canadense Paul Hunt observou que “o setor de energia é incrível, tanto no Brasil como no Canadá”. Segundo Hunt, a Bahia é uma região excelente para a exploração de petróleo onshore.

“Queremos ver mais empresas canadenses aqui, acompanhando e avaliando as oportunidades juntamente com as brasileiras, pois temos a oportunidade ideal de uma colaboração”. O embaixador lembrou que os investimentos mútuos entre brasileiros e canadenses aumentaram muito nos últimos anos.

Empresas

Exemplo do tipo de empreendimento que a exploração de campos marginais atrai é a Fiberware, expositora na Brazil Onshore 2008 e especializada em revestimento de tubulações e em fibra de vidro para exploração onshore, offshore, de superfície e unidades flutuantes.

“Estamos entrando com um requerimento junto a uma prefeitura baiana e à secretaria de negócios da Petrobras no Estado para a implantação de uma unidade ainda no primeiro semestre de 2009, empregando cerca de 60 funcionários”, garantiu Getúlio Goulart, diretor da empresa.

O diretor da escocesa Expo Group, Miguel Amsaldi, também está pesquisando as oportunidades que a Bahia oferece. “Nós não podíamos perder o que o mercado onshore oferece, principalmente nos próximos anos”, afirmou.

Para Amsaldi, a Bahia é o centro do que o desenvolvimento da exploração em terra representa. “Embora já operemos aqui no segmento offshore, falta ainda nossa presença em terra. Este é o nosso objetivo”. Amsaldi disse que a empresa já está presente em terra nas cidades de Mossoró (RN) e em Urucum (AM).

Terceira rodada

Durante a abertura do seminário, o secretário da Indústria, Comércio e Mineração, Rafael Amoedo, sugeriu que o estado sedie a terceira rodada da ANP de licitações de áreas para exploração onshore, que será realizada no primeiro trimestre de 2009. “Eu peço à ANP que olhe para a Bahia, para que nós possamos fazer esta terceira rodada aqui em Salvador. Para isto, vocês terão o apoio necessário do Governo do Estado”, discursou.

Amoedo explicou que a exploração Onshore é a típica atividade estimulada pelo Governo do Estado. “Eu quero dizer que temos trabalhado com uma missão muito grande de interiorizar o desenvolvimento deste estado cheio de riquezas minerais, mas que ficou por muito tempo sem investimentos em suas necessidades básicas e nos seus projetos estruturantes”.

Na Bahia, a revitalização destes campos marginais tem o potencial de gerar cerca de 3 mil empregos diretos. São exemplos de campos baianos já revitalizados os de Jeribatuba (Ilha de Vera Cruz), Morro do Barro (Recôncavo), Bom Lugar (Recôncavo), Lagoa do Paulo Norte (Recôncavo) e Araçás Leste (Recôncavo), todos sendo explorados por pequenas empresas brasileiras.

História

Segundo o diretor da ANP, Haroldo Lima, “foi aqui na Bahia que a Petrobras deu seus primeiros passos na caminhada vitoriosa para auto suficiência nacional de petróleo, tornando-se uma das maiores empresas do mundo no segmento”.

Lima lembrou que na década de 60, com uma produção diária de 150 mil barris, a Bacia do Recôncavo era a maior bacia petrolífera do país contribuindo, na ocasião, com 50% do consumo nacional.

“Passados mais de 60 anos, desde a primeira descoberta comercial em Candeias, depois de já ter produzido cerca de 1,6 bilhões de barris de petróleo, a Bacia do Recôncavo permanece como um objetivo importante para pequenas e médias empresas”, afirmou.

Haroldo argumentou que, com a utilização de tecnologias modernas, o recôncavo pode continuar sendo uma grande oportunidade de novas descobertas. “A região ainda tem potencial para contribuir com a atual produção diária de 41 mil barris de óleo por dia durante muitos anos”. 

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