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Segunda-feira, 24 de novembro de 2014

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Fortaleza tem estrutura hoteleira para receber Copa 2014

Scritto da Redação
Giovedì 11 Novembre 2010 09:25
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Com mercado aquecido, Capital já se prepara para o mundial com os 'pés no chão'. Jogo entre oferta e demanda é um dos desafios para Fortaleza

 

Por Hugo Renan do Nascimento

 

fortaleza_orlaFortaleza (CE) está preparada para receber a Copa em 2014 pelo menos na área de hotelaria. A informação é do presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH-CE), Régis Medeiros, em entrevista ao portal InvestNordeste. Ele diz que a cidade tem leitos suficientes para a demanda proveniente do mundial. São cerca de 40 mil leitos, contando os da Capital e da região metropolitana.


Régis ressalta que não há possibilidade de se construir hotéis somente para suprir a Copa do Mundo e lembra que, no início dos anos 2000, Fortaleza sofreu com a superoferta de leitos e uma demanda carente. "O mercado vai regulamentar isso [demanda] e nós temos uma boa oferta hoteleira", afirma. Isso gerou, segundo ele, tarifas muito baixas, se comparadas às outras capitais do Nordeste, como Recife, Salvador e Natal. "Temos de nos preparar com os pés no chão", diz, em referência aos muitos projetos hoteleiros sem planejamento algum.


O problema das tarifas baixas também é um dos entraves de investimentos. "Tem de ter uma boa diária para ter o retorno de lucratividade", reforça Régis. De acordo com ele, o problema se alastra de forma que o excesso de oferta, com carência de demanda, faz os hotéis perderem em lucratividade. Se isso ocorre, eles param de investir e, parando de investir, a qualidade cai. Dessa forma, sobra para o cliente. Ele começa a reclamar do atendimento e o destino vai perdendo prestígio. É um ciclo vicioso do qual muitos investidores querem fugir. "A gente tem de ter hotel bom, com qualidade boa de serviços. E para isso ser bom, é preciso ter retorno. Boa ocupação e boa tarifa. Equilíbrio entre oferta e demanda", enfatiza.


O equilíbrio entre oferta e demanda é também um desafio para os hoteleiros que lidam com a baixa estação. Régis diz que para diminuir a sazonalidade do setor é preciso investir nos nichos, como o turismo de negócios, de eventos e de "melhor idade" (terceira idade). Fábio Kazuo, gerente geral do Comfort Hotel Fortaleza, também acredita que uma das alternativas é trabalhar com outras vertentes do turismo. A característica principal do Comfort, segundo ele, é receber hóspedes corporativos. Este tipo de turismo consegue em diversos períodos suprir a demanda de baixa temporada, chegando, no caso do Comfort, a representar cerca de 20% do incremento. Uma outra ação do hotel na baixa estação é realizar ofertas junto às operadoras de viagem, além de tarifas promocionais nos finais de semana.


Segundo Kazuo, a ocupação média este ano foi de 73%. Ele diz que 2010 foi o ano de quebrar recordes, com incremento de 15% nas diárias e tarifas mais altas do que em 2009. O gerente afirma que o hotel já está se preparando para a Copa de 2014 a partir de investimentos periódicos na infraestrutura do empreendimento. Em 2009, o Comfort investiu R$ 600 mil nesse tipo de reforma. Este ano, a previsão é que o valor o gire em torno de R$ 800 mil. Para 2011, a expectativa é atingir R$ 1 milhão. 


No Nordeste, o Grupo Atlantica Hotels Internacional está presente em Fortaleza (Comfort e Quality), Recife, João Pessoa, São Luís e Natal. Kazuo afirma que em Salvador já há perspectivas de abertura de unidade, mas nada definido ainda.  


Alta estação
A alta estação começa em Fortaleza a partir do dia 25 de dezembro, quando a cidade recebe os primeiros turistas para a festa de Ano Novo. Segundo o presidente da ABIH, Régis Medeiros, as perspectivas para o periódo são as melhores. Este ano, a Capital teve taxa de ocupação em torno de 72% contra os 68% de 2009. Em janeiro, este número deverá ficar na casa dos 90%.


Tanto Régis como Kazuo reconhecem que o bom momento da hotelaria na capital é reflexo da estabilidade econômica do País. Régis aposta no ingresso da classe D no turismo doméstico, fortalecido pelas camadas B e C. Mesmo com crise na Europa e nos Estados Unidos, o mercado de turismo está aquecido, tanto nacional quanto internacional.

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