Écrit par Redação
Mercredi, 24 Août 2011 11:15
There are no translations available.
Relatório faz diagnóstico dos aspectos técnicos e econômicos da expansão do Itaqui
A Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) apresentou, nesta terça-feira (23), ao Comitê Diretor formado pelas Secretarias de Estado de Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Sedinc), de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplan), Casa Civil e Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) o relatório da Fase II do Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica para a expansão do Porto do Itaqui.
O relatório desenvolvido pela Jica faz diagnóstico dos aspectos técnicos e econômicos da expansão do Itaqui com a construção dos berços 98 e 99. Os dois novos berços, que segundo o estudo seriam concluídos entre 2016 e 2017, terão a característica de terminais multiuso, o que significa que podem movimentar tanto cargas gerais como granéis sólidos e líquidos. O estudo elaborado pela Jica, que contempla a expansão da infraestrutura portuária, representa a segunda fase dos trabalhos no porto maranhense, iniciada em 2009.
Segundo o presidente da Emap, Luiz Carlos Fossati, a importância do estudo está no alinhamento dele com o planejamento estratégico que vem sendo elaborado pela Emap para os próximos 20 anos. “Hoje temos grandes projetos prestes a serem iniciados, como o berço 108 e o Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), e outros já em fase de conclusão como o berço 100. Pelos estudos da Jica o prazo de conclusão dos dois novos berços está de acordo com o nosso plano estratégico de expansão do Porto do Itaqui que vai significar um impulso ao desenvolvimento do Maranhão”, afirmou Fossati.
O representante da Jica, Masayuki Eguchi disse que o trabalho foi satisfatório e que esse ainda é o início da cooperação entre a instituição e o governo maranhense. “Nós esperamos poder contribuir e colaborar na fase de implementação da expansão do porto”, disse o executivo. A missão da agência japonesa é detectar possíveis oportunidades de investimento em grandes projetos nos países em desenvolvimento.
Do Governo do Maranhão