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Contratações da Petrobras no País aumentaram 400% em seis anos

Viernes 23 de Julio de 2010 09:27
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Em 2000, havia cerca de dois mil trabalhadores nos estaleiros brasileiros. Em 2006, esse número saltou para 20 mil e, em 2009, foi para aproximadamente 46,5 mil trabalhadores

 

 

 

petroleo2Além de crescimento de 400% em seis anos nas contratações no País, a política da Petrobras de participação máxima do mercado nacional na aquisição de bens e serviços no Brasil elevou o conteúdo nacional mínimo de 57% para 77,34% de 2003 a 2010. Dentro dos padrões internacionais de qualidade, prazo e custo, as aquisições no mercado nacional passaram de US$ 5,2 bilhões em 2003, para US$ 25,9 bilhões em 2009.


Os percentuais de realização de conteúdo nacional de 2004 a 2010 foram sempre superiores às metas previstas. A confiança da Petrobras no mercado supridor nacional e a capacidade de resposta desse mercado permitiram que, mesmo com o grande crescimento das encomendas, a parcela nacional das contratações da Companhia registrasse crescimento constante e acima da meta ao longo dos últimos anos.
 

Bens e serviços
A encomenda de navios petroleiros e de barcos de apoio possibilitou a reativação da indústria naval brasileira, que estava paralisada desde a década de 1980. Dois programas de renovação de frota de petroleiros (Promef I e II) estão em curso, para a construção de 26 e 23 navios, com 65% e 70% de conteúdo local, respectivamente.

 
Segundo pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em 2000 havia cerca de dois mil trabalhadores nos estaleiros brasileiros. Em 2006, esse número saltou para 20 mil e, em 2009, foi para aproximadamente 46,5 mil trabalhadores.
 

No segmento de Exploração e Produção (E&P), são exemplos dos equipamentos de grande tecnologia aplicada e com produção no País as linhas flexíveis submarinas, os tubos de revestimento e produção para poços, as árvores de natal molhadas, as cabeças de poço submarinas e os manifolds (conjunto de válvulas que escoa a produção de óleo e gás) submarinos.

 
A Petrobras está adotando a política de consolidar as demandas para outros itens que não possuem fabricação no Brasil, tais como: turbo-geradores, turbo-compressores, sistemas de injeção e guindastes marítimos. Essa medida vai possibilitar a realização de contratos de longo prazo, viabilizando a instalação de fábricas no Brasil, inclusive com transferência de tecnologia e instalação de engenharia local.
 

Também nessa linha, as contratações de serviços, conduzidas na forma de EPC (Engineering, Procurement and Construction), obedecem à política de maximização de conteúdo local de bens e serviços. Oito FPSOs (navio-plataforma que atua na produção, armazenamento e transferência de petróleo e gás) estão sendo produzidos no Brasil com exigências de, no mínimo, 70% de conteúdo local.

 
No pacote de 28 plataformas de perfuração marítima, com licitação em curso, há exigência de conteúdo local crescente, com um mínimo exigido nas primeiras unidades de 55%, chegando a um mínimo de 65%.

 
Para o programa de revitalização do parque de refino nacional, está sendo exigido o conteúdo local mínimo de 72% e, na construção das novas refinarias, a exigência varia entre 70% e 80%.
 

Com informações da Petrobras

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