Atividades para Programa Florestal de Sergipe foram formalizadas nesta quinta
As atividades do processo que vai elborar o diagnóstico para o Programa Florestal de Sergipe foram formalizadas nesta quinta-feira (22), na sede da Semarh. O secretário de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, Genival Nunes, recebeu a equipe de técnicos florestais da Fundação Araripe e da Universidade Federal Rural do rio de Janeiro (UFRRJ).
A partir da realização do diagnóstico florestal, serão identificados os quantitativos do uso dos produtos florestais na linha de consumo, fluxo e demanda. Após conclusão de dados, será elaborada proposta para Formulação da Política Estadual de Florestas de Sergipe.
“Com uma informação dessas em mãos, além da elaboração da própria Política Estadual de Florestas, uma das grandes conquistas da área florestal do Estado, adquire-se ainda informações que servirão de subsídios para outras ações na área de Meio Ambiente, a exemplo da Desertificação e Zoneamento Ecológico”, explicou o secretário Genival Nunes.
Desde o mês de novembro de 2008 que técnicos do Ministério do Meio Ambiente (MMA), por meio do Projeto de Cooperação Técnica com as Nações Unidas(Pnud), do Fundo Global Ambiental de Conservação e Uso Sustentável da Caatinga(GEF) e com a colaboração da UFRRJ, vêm apoiando os estados da Federação para que eles formulem os seus programas florestais.
A iniciativa da criação da política e do Programa Florestal para os estados aconteceu a partir da criação da Lei nº 11284/2006. O decreto sancionado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, dispõe sobre a gestão das florestas públicas; cria o serviço florestal; cria o Fundo Nacional de Recurso Florestal e, sobretudo, descentraliza a gestão de florestas, outrora exercício único do Ibama.
De acordo com o professor de Engenharia Florestal da UFRRJ, José Arimatéa, que trabalhará na fase complementar do diagnóstico, alguns estados do Nordeste ainda não possuem o seu programa florestal.
De acordo com o integrante do Projeto Conservação e Uso da Caatinga do GEF/MMA, Francisco Barreto Campello, o diagnóstico será produzido em três etapas e ainda haverá realização de oficinas.
“Após etapa de Diagnóstico Socioeconômico e de Consumo Domiciliar e Industrial, parte que será produzida pelos técnicos florestais do Instituto Araripe, Nilson Bahia e Magno Feitosa, o diagnóstico conclui-se com a etapa de Mapeamento", explica Campello.
Fonte: Agência Sergipe de Notícias
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