No ranking de desempenho nacional de faturamento, o Ceará está a frente dos estados do Maranhão e Pará
O mercado de títulos de capitalização encerra 2009 com números positivos. De acordo com dados divulgados pela FenaCap (Federação Nacional de Capitalização), o setor fecha o ano com faturamento de R$ 10,1 bilhões, o que representa crescimento de 12% sobre 2008. Em novembro, no Ceará, o setor atingiu o faturamento de R$ 17,7 milhões. No acumulado de janeiro a dezembro, a receita no Estado atinge R$ 177 milhões. No ranking de desempenho nacional de faturamento, o Ceará está a frente dos estados do Maranhão e Pará.
Somente em dezembro, o mercado faturou R$ 953 milhões de receita, cifra que representa expansão de 7% em relação ao mesmo período de 2008. Já as reservas de capitalização foram impulsionadas em 11,1% com o total de R$ 14,9 bilhões no último mês de 2009.
Para Hélio Portocarrero, diretor-executivo da FenaCap, esse desempenho revela o importante espaço que o setor vem conquistando ao longo dos anos junto aos consumidores e na economia do País. “Esses resultados refletem um trabalho árduo que envolve todas as companhias do setor. O mercado se manteve em ascensão mesmo durante a crise econômica e, após seu período crítico, continuou crescendo, o que mostra que o brasileiro incluiu o hábito de guardar dinheiro por meio da capitalização em sua rotina financeira”, declara o executivo.
Para 2010, o setor prevê crescimento de 12% no faturamento sobre os números alcançados em 2009. “Contamos com companhias cada vez mais atualizadas e preparadas para atingir as necessidades dos consumidores e ainda conquistar outra parcela da população, de diversas classes sociais, que ainda não adquiriu um título de capitalização”, comenta Portocarrero.
Na classificação nacional, São Paulo encerra 2009 na primeira colocação com R$ 3,7 bilhões de faturamento e 37% de participação no segmento. O Rio de Janeiro se mantém na segunda posição com R$ 1,1 bilhão de receita e 11% de representatividade, enquanto Minas Gerais ocupa o terceiro lugar com R$ 889 milhões e detém uma fatia de 9% do mercado.
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